sexta-feira, 4 de julho de 2014

O jabuti e o chacal




 A filha de um famoso rei era tão bonita que muitos habitantes da região queriam se casar com ela. Dia e noite chegavam pretendentes de terras distantes carregados dos mais belos presentes para a linda moça. Mas o pai tinha resolvido que só daria a filha em casamento àquele que suportasse bravamente os mais difíceis desafios.
            Depois de vários meses de disputa, foram selecionados para a prova final o Jabuti e o Chacal.
            O rei já não sabia que tarefa escolher para eles, quando o Jabuli, pedindo licença, disse que tinha uma sugestão:
            - Para saber qual de nós dois é o mais corajoso, vamos ver quem consegue comer a papa de milho mais quente.
           O rei gostou da ideia e o Chacal, meio desconfiado, acabou concordando também.
No dia seguinte, desde as primeiras horas da manhã, os aldeões com as mulheres e crianças já estavam sentados no chão formando um grande círculo no largo da aldeia para assistir a ultima prova. Logo que o rei, acompanhado da esposa e da filha, usando seus melhores e mais coloridos trajes, tomaram seus lugares, protegidos do sol por uma majestosa árvore, a multidão, inquieta, começou a gritar para que a disputa começasse. No meio do alarido ouviam-se as vozes dos homens fazendo apostas, alguns no Jabuti, outros no Chacal.
Finalmente, chegou o grande momento. Os dois candidatos avançaram em direção ao rei. Este levantou-se e pedindo silêncio, perguntou:
- Qual de vocês quer ser o primeiro?
O Jabuti. dando um passo à frente. respondeu rapidamente: - Eu quero começar, majestade!
O Chacal suspirou aliviado. pois não desejava ser o primeiro mesmo.
As atenções se voltaram então para o cozinheiro da aldeia, que desde a noite anterior havia deixado um enorme caldeirão de mingau de milho fervendo numa fogueira armada no centro do pátio. Ele pegou uma concha de madeira, muito comprida, e a mergulhou no caldeirão que soltava fumaças de tão quente. O cozinheiro retirou a concha. encheu uma tigela de barro e passou-a para o Jabuti.
Este pegou o recipiente com muito cuidado e disse:
- Para que todos aqui não duvidem da minha coragem, vou passar a tigela na frente de cada um de vocês para que verifiquem com seus próprios olhos como esta papa de milho está fervendo. E, lentamente. mostrou a fumegante tigela: inicialmente para o rei. a rainha e a filha. depois deu uma volta completa no círculo humano, fazendo a mesma coisa com a multidão reunida ali. Quando terminou o passeio, o mingau já estava praticamente morno e não teve problema nenhum para engoli-lo de uma vez só, em meio aos aplausos do público.
- Chacal - disse o rei - agora é você.
O rival carniceiro tremia tanto que, ao receber a tigela escaldante, deixou-a cair no chão queimando os pés. Não aguentando a dor fugiu pulando numa perna só. vaiado estrepitosamente pelos aldeões.

E assim o Jabuti casou com a filha do rei.

(Bichos da África 4, Rogério Andrade Barbosa)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

9°Encontro Regional de Contadores de Histórias

Para quem gosta de histórias acontece em março, do dia 10 a 16, em Santa Bárbara d'Oeste, SP, o 
9º Encontra Conto - Encontro Regional de Contadores de Histórias. 

Informações e inscrições: www.encontraconto.blogspot.com 


Projeto realizado com apoio do Governo do Estado de São Paulo
Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural - 2013


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Ah, Cambaxirra, se eu pudesse...



Era uma vez uma cambaxirra, toda saltitante e alegre que estava fazendo ninho na árvore de galho mais bonito da floresta.
Um dia, viu um lenhador se preparando para derrubar a árvore. Começou a voar em volta e a cantar muito agitada. O lenhador perguntou:
- Cambaxirra, que foi que houve?
E ela disse:
- É que você vai derrubar a árvore de galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
Não faz isso, por favor.
E o lenhador respondeu:
- Ah cambaxirra, se eu pudesse...
Mas não é comigo. Estou só cumprindo ordens.
- De quem?
- Do capataz. E morro de medo dele.
Então a cambaxirra voou até a casa do capataz e pediu:
- Capataz, por favor, não dê ordem ao lenhador para derrubar a árvore do galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
E o capataz respondeu:
- Ah cambaxirra, se eu pudesse...
Mas não é comigo. Estou só cumprindo ordens.
- De quem?
- Do barão, que é o dono da terra e quer muita lenha. E morro de medo dele.
Então a cambaxirra voou até o castelo do barão e pediu:
- Barão, por favor, não dê ordem ao capataz
para dar ordem ao lenhador
para derrubar a árvore do galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
E o barão respondeu:
- Ah cambaxirra, se eu pudesse...
Mas não é comigo. Estou só cumprindo ordens.
- De quem?
- Do visconde, que é o dono de mais terras e mesmo assim quer muita lenha. E morro de medo dele.
Então a cambaxirra voou até o castelo do visconde e pediu:
- Visconde, por favor, não dê ordem ao barão
para dar ordem ao capataz
para dar ordem ao lenhador
para derrubar a árvore do galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
E o visconde respondeu:
- Ah cambaxirra, se eu pudesse...
Mas não é comigo. Estou só cumprindo ordens.
- De quem?
- Do conde, que é o dono de mais terras e mesmo assim quer muita lenha. E morro de medo dele
Então a cambaxirra voou até o castelo do conde e pediu:
- Conde, por favor, não dê ordem ao visconde
para dar ordem ao barão
para dar ordem ao capataz
para dar ordem ao lenhador
para derrubar a árvore do galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
E o visconde respondeu:
- Ah cambaxirra, se eu pudesse...
Mas não é comigo. Estou só cumprindo ordens.
- De quem?
- Do marquês, que é o dono de mais terras e mesmo assim quer muita lenha. E morro de medo dele
Então a cambaxirra voou até o castelo do marquês e pediu:
- Marquês, por favor, não dê ordem ao conde
para dar ordem ao visconde
para dar ordem ao barão
para dar ordem ao capataz
para dar ordem ao lenhador
para derrubar a árvore do galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
E o visconde respondeu:
- Ah cambaxirra, se eu pudesse...
Mas não é comigo. Estou só cumprindo ordens.
- De quem?
- Do duque, que é o dono de mais terras e mesmo assim quer muita lenha. E morro de medo dele
Então a cambaxirra voou até o castelo do duque e pediu:
- Duque, por favor, não dê ordem ao marquês
para dar ordem ao conde
para dar ordem ao visconde
para dar ordem ao barão
para dar ordem ao capataz
para dar ordem ao lenhador
para derrubar a árvore do galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
E o visconde respondeu:
- Ah cambaxirra, se eu pudesse...
Mas não é comigo. Estou só cumprindo ordens.
- De quem?
- Do imperador, que é o dono de mais terras e mesmo assim quer muita lenha. E morro de medo dele
Então a cambaxirra voou até o palácio do imperador e pediu:
- Imperador, por favor, não dê ordem ao duque
para dar ordem ao marquês
para dar ordem ao conde
para dar ordem ao visconde
para dar ordem ao barão
para dar ordem ao capataz
para dar ordem ao lenhador
para derrubar a árvore do galho mais bonito onde estou fazendo meu ninho.
E o imperador respondeu:
- Em primeiro lugar, você devia me chamar de Vossa Majestade. Em segundo, não tinha nada que ir entrando assim pela janela e falando, devia marcar audiência. Em terceiro, eu faço o que bem entendo e não tenho nada que dar satisfação a ninguém. E vou dar uma ordem: saia daqui imediatamente.
Mas a cambaxirra continuou:
- De quem é que o senhor tem medo?
- Vossa Majestade, não se esqueça! Eu não tenho medo de ninguém. E como você não cumpriu minha ordem, vou mandar prendê-la numa gaiola para sempre.
Mas a cambaxirra estava furiosa:
- Prende nada. Primeiro, vão ter que me pegar. E isso não vão conseguir. Mesmo porque eu vou sair por aí e pedir ajuda a todo mundo.
- A todo mundo?
E a cambaxirra, muito esperta, ameaçou:
- É ... a todo mundo junto.
- Ah cambaxirra, não faz isso não.
De todo mundo junto eu tenho medo.
- Então salva a minha árvore.
E o Imperador deu ordem ao duque para
dar ordem ao marquês para
dar ordem ao conde para
dar ordem ao visconde para
dar ordem ao barão para
dar ordem ao capataz para
dar ordem ao lenhador para
não derrubar a árvore de galho mais bonito onde a cambaxirra foi fazer o ninho dela.
Ana Maria Machado

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O Saci



Por aquele tempo o saci andava desesperado. Tinham-lhe surrupiado a cabaça de mandinga. O moleque, extremamente irritado, vagueava pelos fundões de Goiás.
Pai Zé, saindo um dia à cata dumas raízes de mandioca castela que Sinhá-dona lhe pedira, topou com ele nos grotões da roça.
 
O preto, abandonando a enxada e de queixo caído, olhava pasmado o negrinho que lhe fazia caretas e trejeitos, a saltar no seu único pé, e fungando terrivelmente.
- Vancê quer alguma coisa? – perguntou pai Zé admirado, vendo agora o moleque rodopiar como o pião de ioiô.
 
- Olha negro, - respondeu o saci, - vancê gosta de sá Quirina, aquela mulata de sustância: pois eu lhe dou a mandinga com que ela há de ficar enrabichada, se vancê me arranjá uma cabaça que perdi.
 
Pai Zé, louco de contentamento, prometeu. A cabaça, ele sabia-o, fora amoitada pelo Benedito Galego, um caboclo sacudido que, cansado das malandrices do moleque, a tinha roubado das grimpas do jatobá grande, lá nas roças do ribeirão.
 
Pai Zé fora uns do que o tinham aconselhado, para obstar que o saci, como era de sue costume quando incomodado, tornasse a levantar as árvores da derrubada que o Benedito fizera nessas terras.
 
Arrastando as alpercatas de couro cru pelas terras de sô feitor, pai Zé capengava satisfeito e inchado com a promessa do Saci.
 
Desde Santo Antônio que ele rondava sá Quirina, procurando sempre ocasião de lhe mostrar que apesar dos seus sessenta e cinco anos e meio, um olho de menos e falta de dente na boca, não era negro para se desprezar assim por um canto, não, que sustância ainda ele ainda tinha no peito para agüentar com a mulata e mais a trouxa de sá Quitéria, sua mulher, se ele tinha!
 
Mas a cafuza era dura de gente convencer. Toda a eloqüência que ele penosamente engendrara em seu bestunto de africano e que lhe tinha despejado pela festa de São Pedro, não teve outro resultado senão a fuga da roxa quando o encontrava.
 
Mas agora, gaguejava o preto, eu lhe amostro, - que o saci é mesmo bicho bom pra deitar um feitiço.
 
Com a rica dádiva dum quartilho de cachaça e meia-mão do seu fumo pixuá, pai Zé alcançou do galego a cabaça desejada.
 
Sá Quitéria, porém, não via com bons olhos o afã de seu velho pela posse da milonga. E ela também deitar quebrando, se sabia!
 
- Perguntassem a bruxa de nhá Benta, que desde as vésperas de reis estava entrevada na trempe do jirau e não era zarolho e cambaio do seu homem que a enganasse.
 
Por isso a velha ciumenta estava de tocaia, desejosa por saber de seu intento. Lá ia pai Zé, arrastando novamente as alpercatas de couro cru pelas terras de sô feitor, à entrevista do saci. Atrás dele, sorrateira, lá ia também sá Quitéria.
 
O negro chegou aos grotões e chamou pelo saci, que de pronto apareceu.
 
-Toma lá a sua cabaça de mandinga, seu saci, e dá-me cá o feitiço pra sá Quirina.
 
O moleque desbarretou-se, tirou uma pitada grossa da cumbuca, fungou, e entregando o resto a pai Zé, disse: "Dá-lhe a cheirar esta pitada, que a crioula é sua escrava".
 
E desapareceu, fungando, pulando no seu único pé, nos grotões e covoadas da roça.
 
"Ah, negro velho dos infernos, que conheci a tua tramóia", gritou sá Quitéria furiosa, saindo do bambuzal e segurando-o pelo papo.
 
E, na luta do casal, lá se foi o feitiço que o pobre pai Zé adquirira com o sacrifício dum quartilho de cachaça, e a meia mão do seu bom fumo pixuá.
 
Desde então, nunca mais houve paz no casal, que se devorava às pancadas; e pai Zé arrenegava sem descanso o maldito que introduzira a discórdia no seu rancho.
 
Porque, o ioiô, concluiu o preto velho que me contava essa história, a todo aquele que viu e falou com o saci, acontece sempre uma desgraça.



 

Fonte: Regina Lacera - Portal São Francisco. 


terça-feira, 13 de agosto de 2013

A Avó





A avó, que tem oitenta anos,

Está tão fraca e velhinha!...

Teve tantos desenganos!

Ficou branquinha, branquinha,

Com os desgostos humanos.

Hoje, na sua cadeira,

Repousa, pálida e fria,

Depois de tanta canseira:

E cochila todo o dia,

E cochila a noite inteira.

Às vezes, porém, o bando

Dos netos invade a sala...

Entram rindo e papagueiando:

Este briga, aquele fala,

Aquele dança, pulando...

A velha acorda sorrindo.

E a alegria a transfigura;

Seu rosto fica mais lindo,

Vendo tanta travessura,

E tanto barulho ouvindo.

Chama os netos adorados,

Beija-os, e, tremulamente,

Passa os dedos engelhados,

Lentamente, lentamente,

Por seus cabelos doirados.

Fica mais moça, e palpita,

E recupera a memória,

Quando um dos netinhos grita:

"Ó vovó! conte uma história!

Conte uma história bonita!"

Então, com frases pausadas,

Conta histórias de quimeras,

Em que há palácios de fadas,

E feiticeiras, e feras,

E princesas encantadas.. .

E os netinhos estremecem,

Os contos acompanhando,

E as travessuras esquecem,

- Até que, a fronte inclinando

Sobre o seu colo, adormecem...


(Olavo Bilac)

sexta-feira, 22 de março de 2013

A quem pertence?




Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se dedicava a ensinar zen aos jovens. 
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali.
Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.

O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma.
Só se você permitir...




Autor e fonte desconhecidos

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pato Injuriado



Bia Bedran

Era uma vez um pato que vivia bem à toa
Passava o dia inteirinho na lagoa
Mas não gostava de nadar na água do rio
pois tinha sombra e ele sentia muito frio
Ainda por cima o homem tinha
homem tinha construído
muita usina e o rio andava poluído
Então assim o pato andava intoxicado
(... resfriado ... adoentado)
Com tanta química ficava intoxicado
(... depenado ... envenenado)
Com tanta química ficava intoxicado
(... apatetado ... adoentado ...
Depenado ... resfriado ... enjoado ... envenenado ... destroçado ... esmigalhado)
Coitado do pato!

domingo, 2 de dezembro de 2012

Era uma vez...A princesa, uma bola e um sapo






Princesa Nanda tinha um sonho, ganhar uma bola.
Porém, seu pai o rei, proibiu em todo reino, que lhe dessem.
A princesa entristeceu-se, passou a recusar alimentação, fraca e sem esperança adoeceu.
O rei ficou tão assustado, que resolveu realizar o sonho de Nanda.
Ao receber a bola, a princesa apertou-a em seus braços junto ao coração; aliviada correu em direção a lagoa.
La vivia um sapo, este ouvia as suas queixas e sabia os seus segredos.
Quando aproximou da lagoa, jogou a bola para o alto, que ao cair foi parar no meio dela.
Aos prantos Nanda implorou para o sapo que fosse buscá-la.   
O sapo pensou... Pensou... Eis ai o momento de barganhar o meu sonho de morar no castelo com o sonho da princesa.
E ai propôs a barganha. 
Nanda protestou, dizendo:
- Meu pai tem horror a sapos! 
-E se a guarda real do palácio descobrir você, certamente irá matá-lo.
O sapo retrucou:
-Por favor, princesa eles jamais me encontrarão.                          
-Sou esperto tenho amor à minha vida.       
Nanda concordou; ordenou que ele fosse pegar a bola.
Retornou feliz levando o sapo para o palácio real.
Com o passar do tempo o sapo foi cansando de se esconder.
Implorou a princesa que o levasse de volta para a lagoa.
Chegando lá, Nanda dessa vez foi mais esperta, com medo que a bola caísse na lagoa, jogou-a para trás.
Quando virou para apanhá-la assustou-se ao ver que a bola desaparecerá. Correu a sua procura, mas que pena não conseguiu encontrá-la.
Triste sentou-se numa pedra e começou a chorar... Quando alguém a chamou pelo nome.
 Admirada, ao ver a figura de lindo príncipe que sorria, segurando em suas mãos a sua bola.
Nanda agradeceu, dizendo:
 -Obrigada! Tenho que voltar ao castelo, pois esta anoitecendo.
 Aí aconteceu o inesperado, o príncipe ofereceu-se para acompanhá-la.
Quem diria desta vez Nanda retornou com o príncipe e a sua bola...
Diz à lenda que aquele príncipe era o sapo da lagoa, porém tenho as minhas dúvidas.
Bem ficamos por aqui, Nanda com o príncipe, vocês com a historinha e eu com as minhas duvidas.
                                                                                                                                                                                                                                                                                         


Autora: Nicolina Mazzoni



terça-feira, 20 de novembro de 2012

3ª FLISB




3ª FLISB
Festa Literária de Santa Bárbara d’Oeste
Tema 2012: “Literatura e Cultura Popular do Brasil”



Programação:

Dia 30/10 – Terça-feira:
14:00 às 16:00
Contação de Histórias com contadores da Confraria do Conto
Público alvo: crianças, jovens e adultos interessados, escolas, entidades.
Local: Biblioteca Pública Maria Ap. Nogueira
Praça 09 de julho, Centro

Dia 31/10 – Quarta-feira:
14:00 às 16:00
Contação de Histórias com contadores da Confraria do Conto
Público alvo: crianças, jovens e adultos interessados, escolas, entidades.
Local: Biblioteca Pública Municipal e Centro Cultural “Prof. Léo Sallum"
Rua do Algodão, 1450 - Cidade Nova

Dia 17/11 – Sábado:
14:00 às 17:00
Bate Papo com Escritores da Roda Literária
Com escritores da Roda Literária autores das histórias do livro: Contos e Causos de Santa Bárbara. Suas histórias, trabalhos, conquistas. Debate, distribuição gratuita dos livros aos participantes, bibliotecas e escolas.
Público alvo: escritores, educadores, bibliotecários, estudantes, interessados e escolas
Local: Ponto de Leitura Casa Encantada
Av. da Saudade 707, V. Grego Santa B. d’Oeste

Dia 19/11 – Segunda-feira:
10:00 às 17:00
Abertura Oficial da “FLISB” - Festa Literária de Santa Bárbara – com organizadores e poder público
Apresentação do espetáculo Infantil “Toró de Histórias” com a Cia Xekmat
Duas sessões (10:00 e 14:00) do espetáculo baseado em livros infantis e juvenis, premiado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Público alvo: crianças, jovens e adultos interessados, escolas, entidades.
Local: Anfiteatro Detinha Dagnone
Avenida Monte Castelo, 1.000, Jd. Primavera


Dia 20/11 – Terça-feira:
10:00 às 11:00
Lê Comigo!
Atividades de estímulo à leitura, realizadas no Ponto de Leitura da Casa Encantada, por escritores e contadores de histórias. Leitura dramatizada, interpretações, leituras conjuntas e solitárias.
Público alvo: crianças, jovens e adultos interessados, escolas, entidades.
Local: Ponto de Leitura Casa Encantada
Av. da Saudade 707, V. Grego Santa B. d’Oeste


Dia 21/11 – Quarta-feira:
9:00 às 11:00
Contos Tradicionais do Brasil
Contação de Histórias com contadores da Confraria do Conto
Público alvo: crianças, jovens e adultos interessados, escolas, entidades.
Local: Biblioteca Pública Maria Ap. Nogueira
Praça 09 de julho, Centro


Dia 22/11 – Quinta-feira:
14:00 às 16:00
Contos Tradicionais do Brasil
Contação de Histórias com contadores da Confraria do Conto
Público alvo: crianças, jovens e adultos interessados, escolas, entidades.
Local: Biblioteca Pública Municipal e Centro Cultural “Prof. Léo Sallum"
                  Rua do Algodão, 1450 - Cidade Nova


Dia 23/11 – Sexta-feira
10:00 às 12:00
Um quê de poesia – intervenção poética
Intervenção poética com declamadores da Roda Literária e Confraria do Conto de poemas e poesias populares
Público alvo: população em geral - crianças, jovens e adultos interessados
Local: Praça Central e Terminal Urbano - Centro

Dia 24/11 – Sábado:

10:00 às 12:00
Troca-troca de livros - Feira de troca de livros na Praça Central. As trocas são realizadas através de doação anterior, coordenadas pelos escritores da Roda Literária ou contadores de histórias da Confraria do Conto. Quem tem um livro troca por semelhante infantil, de literatura ou outro. Entrega e doação de livros.
Público alvo: população em geral - crianças, jovens e adultos interessados.
Local: Praça Central de Santa Bárbara

10:00 às 12:00
Um quê de poesia – intervenção poética
Intervenção poética com declamadores da Roda Literária e Confraria do Conto de poemas e poesias populares
Público alvo: população em geral - crianças, jovens e adultos interessados
Local: Praça Central - Centro

14:00 às 16:00
Festival de Contos
Autores Barbarenses contadores e convidados discutem e fazem releitura e contação de contos tradicionais e autorais.
Público alvo: escritores, educadores, bibliotecários, estudantes,entidades e interessados. 
Local: Ponto de Leitura Casa Encantada
Av. da Saudade 707, V. Grego Santa B. d’Oeste

Encerramento Oficial da 3º FLISB – Festa Literária de Santa Bárbara “Literatura e Cultura Popular do Brasil”
Entrega de certificados e encerramento oficial.
Local: Ponto de Leitura Casa Encantada
Avenida da Saudade 707, V. Grego Santa B. d’Oeste.


Mais informações: 3463-7889 / 9767-2582 – Amauri


*Projeto Realizado pela Cia Xekmat, Confraria do Conto, Roda Literária do Ponto de Leitura Casa Encantada

Apoiado pelo Conselho de Cultura dês anta Bárbara através do Fundo Pró Cultura


                

domingo, 8 de julho de 2012

5º ENCHIST

Acontece nos dias 13, 14 e 15 de julho o 5º Encontro Nacional de Contadores de Histórias em Santa Bárbara d'Oeste, SP, o 5º ENCHIST, realizado pela Cia Xekmat, com apoio do ProAC da Secretaria de Estado da Cultura
Muita contação, oficinas, apresentações e troca de experiências e histórias, tudo gratuito.



Mais informações no www.enchist.com.br.